Férias!

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E se o Pl@ka falou...tá falado!

Uma refeição afrodisíaca...

Chama-se Afreudite. O nome resulta de uma simbiose entre a Mitologia GregaAfrodite – e a ciência – Sigmund Freud – sugerindo a sedução plena dos sentidos, como convém num restaurante afrodisíaco. Ambiente intimista e romântico, longe da confusão e afastado do barulho da cidade, revela-se uma extraordinária experiência para ser vivida a dois. Pequeno, com vinte mesas para duas pessoas, tem na proximidade das mesmas o único ponto negativo. No entanto, falando baixo evita-se falar com todo o restaurante. Música ambiente excelente, combinando com a (pouca) luz intimista, convidando-nos a desfrutar da nossa companhia. Na passada sexta feira, tive oportunidade de experimentar a excelência de um jantar neste local. A noite começou com uma vieira gratinada (Vieiras konversion) e continuou com Pato com figos e Vinho do Porto (Regression), para ela, que estava simplesmente divinal! Para mim, um magnifico Lombo de vitela ao champanhe (Lombo ao Narciso). Acompanhava uma soberba sangria de champanhe e morangos. Por esta altura estávamos rendidos à qualidade dos pratos, ao serviço simpático e ao ambiente e decoração do local. O jantar terminou com… “Gula”, um delicioso Moeleux de chocolate com créme de pistachos e gelado de kiwi. Querem que vos explique o que é isto? Imaginem um bolo de chocolate, recheado com mousse de… chocolate quente, creme de pistachos e no meio uma bola de gelado de kiwi… e agora salivem. Para terminar, um “Kahweh” (Café, frangélico, natas e canela). Rendidos ao prazer da comida… descansámos. É então que nos oferecem uma cigarrilha e um poema que, manda a tradição , temos de ler ali mesmo, á nossa companhia. Uma experiência a repetir, mas só em momentos especiais, porque momentos destes não são para banalizar com visitas habituais. Perguntam vocês: É mesmo afrodisíaco? Se estiverem com a pessoa certa, sem qualquer dúvida que sim. E eu estava…

E se o Pl@ka falou...tá falado!
Coincidência: ontem, um festival de cinema em Lisboa passou o filme Ônibus 174. Um sequestro real de um autocarro no Rio de Janeiro, em 2000, que acabou com a morte de Sandro, o bandido, e de uma refém. No documentário, um sociólogo explica a acção de Sandro: ele lutava "contra a invisibilidade"... A sociedade não liga aos bandidos e estes estrebucham para dar nas vistas, topam? Na verdade, a razão de Sandro é bem mais prosaica: ele quer roubar. Uma boa polícia (como a portuguesa, anteontem) trata os bandidos como deve ser: como cidadãos de segunda. Sendo cidadãos, respeita-os: fala com eles durante horas (apesar de estarem a cometer um crime). Mas, porque são de segunda, respeita mais os de primeira, que são inocentes: se a vida destes periga, a polícia deve fazer tudo (até matar os de segunda) para os defender. Estas coisas são sempre dramas. Quanto aos sociólogos desculpadores (eles são um tipo), carregam uma culpa: eles fazem mal a todos, sobretudo aos bandidos.
Ferreira Fernandes, in DN
Dois homens entram nas instalações de um banco. Puxam de armas e colocam-se à margem da lei. Decidem ser criminosos, potencialmente de grau mais elevado - e para o comprovar encostam os canos das armas à cabeça de reféns. Perante um quadro destes, uma polícia profissional de um país democrático tem obrigatoriamente de actuar. Os elementos do GOE (Grupo de Operações Especiais) fizeram-no. Acredito que em todos os momentos pesaram a segurança dos dois cidadãos ameaçados pelos criminosos. Dispararam pela certa, porque numa situação daquelas não há filmes que nos valham. Não é possível brincar na defesa da segurança pública nem arriscar a vida de inocentes. Eles, os soldados, estavam lá para cumprir o contrato com a sociedade. Vão agora carregar esse fardo para o resto das respectivas vidas. Mas depois de quase nove horas de sequestro já não era possível tomar aqueles assaltantes por pessoas desequilibradas, apenas levianas e momentaneamente revoltadas. Não! Eram criminosos que estavam a ameaçar de forma real a vida de outros e a invadir propriedade privada. Não é indispensável, num caso assim, ter família e prezar um Estado democrático para fugir ao politicamente correcto de um discurso pseudopacifista. A polícia, pese o choradinho hipócrita e pusilânime, cumpriu a sua obrigação dolorosa. Presto daqui a minha homenagem àqueles soldados, e também aos seus superiores que tiveram de ordenar a difícil decisão. Solidarizo-me com a dor deles, que presumo solitária e silenciosa. Estas coisas na vida não se partilham. A demagogia, essa, sim.
João Marcelino, in DN

Só para dizer: Totalmente de acordo!

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Está quase...


E se o Pl@ka falou...tá falado!

Já tinha saudades de Mourinho...

Penso o oposto de Mourinho, não preciso de vencer para estar seguro do que faço, posso levar uma bofetada, no ano passado levámos muitas e reagimos», disse Ranieri.

Esta segunda-feira, Mourinho respondeu: «Estou em Itália para trabalhar e não para uma guerra de palavras. Quero ter sucesso com o Inter, o melhor possível para nós e esquecer o trabalho dos outros. Ranieri? Tem razão no que disse. Sou muito exigente comigo mesmo e preciso vencer para estar seguro das coisas. Por isso mesmo venci tantos troféus na minha carreira. Ele, ao contrário, tem a mentalidade de uma pessoa que não precisa de vencer e, com quase 70 anos, venceu uma Supertaça e uma outra pequena Taça, está demasiado velho para mudar de mentalidade.»
In Mais Futebol
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