Mostrar mensagens com a etiqueta Restaurantes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Restaurantes. Mostrar todas as mensagens

Gosto tanto d' O Rolo.




Rolo

Conheci "O Rolo" quando andava profissionalmente por esse país fora. Quando pernoitava em Portalegre este restaurante era paragem obrigatória. Primeiro no centro da cidade alentejana e depois nos arredores sempre fui cliente assíduo.

A coisa não correu muito bem depois do Rolo (o dono) ter andado enrolado com a Carolina Salgado (sim, é essa que vocês estão a pensar!) e parece que a moça não o deixou em grande estado financeiro. Dizem... O Rolo não desistiu e trouxe o seu excelente restaurante para Lisboa. Está ali junto à Torre Vasco da Gama.

Já adivinharam? Pois. Aqui o menino e mais uns quantos colegas e amigos vai lá jantar hoje e aproveitar a bela comidinha alentejana. Os grelhados, as entradas que são muitas e boas, sempre quentes porque servidas em fogareiros pequeninos, e as sobremesas... Ui, meus caros, as sobremesas conventuais. É levar um prato de generosas dimensões, fazer um "pijama" e dar de comer ao corpo e à alma...

Passem por lá! Acreditem, vale a pena.

Espaço Lisboa




O espaço é magnífico (visitem a mercearia, o museu do café e o quiosque antes de se sentarem na vossa mesa), ambiente bom, calmo e sossegado, espreitem as salas onde se janta ao som de jazz.

Serviço simpático, mas deficiente e demorado.

Entradas excelentes. Destaco os enchidos tradicionais. Acompanhem com o pão cozido nos fornos a lenha do próprio restaurante.

Comecei com um polvo à lagareiro muito bom, seguido de uma excelente cataplana de peixe e marisco, mas a desilusão chegou com o cabrito à padeiro. Ou isso ou levava as expectativas demasiado altas. Longe de estar mal confeccionado, o cabrito (que me “cheirou” a borrego) não acompanhou os restantes pratos na qualidade.

Pormenor negativo foram as falhas na ementa ou falta de indicação de não haver alguns pratos.
Para sobremesa, fruta de excelente qualidade, sericaia com ameixa de Elvas que estava deliciosa e, só para quem gosta muito de chocolate, um soberbo Vulcão (doce que consiste em bolo de chocolate com recheio de mousse de chocolate, regado com… chocolate quente). Bom!

Carta de vinhos não muito cara e de boa qualidade. O Duas Quintas tinto acompanhou na perfeição toda a refeição.



valentino

Nada melhor para aquecer a alma num dia de chuva e frio, depois de sair de uma experiência, no mínimo, desapontante como decerto leram aqui (reparem, eu pressuponho que vocês dão importância ao que escrevo! Enfim!), do que ir jantar a um bom restaurante. Fala-vos do Ristorante Valentino, que aposta no requinte e no glamour, conseguindo obtê-los de forma brilhante. Dos empregados e cozinheiros a falar italiano e sempre impecavelmente fardados de avental até aos pés, até ao momento em que saímos de barriga cheia, vivemos um jantar na perfeição. A confecção de pizzas – enormes – em forno de lenha está ao nível do melhor que se faz em Portugal, aconselho a especial da casa. Simplesmente soberba. A lista imensa e sofisticada baralha-nos a gula. Massas, lasanhas e até pratos de carne e peixe deixam-nos sem saber o que escolher. Um reparo, o não ter sangria na lista, no entanto, ficamos com vontade de experimentar, numa próxima visita, o vinho da casa italiano, que dizem estar ao nível elevado da casa. Quando chegamos à sobremesa, constatamos que a lista de gelados é enorme, mas não deixem de experimentar o doce da casa, que para além de duas bolas dos ditos, vem com deliciosas fatias de tiramisú e cheesecake. Em funcionamento desde 2002, localizado nos Restauradores, com uma sala ampla e confortável, bonita decoração e ambiente informal faz-nos esquecer que estamos no centro de Lisboa. Serviço amável e rápido, cozinha aberta. Não encerra e o preço médio por pessoa é de 15€. Estão à espera de quê? Encontramo-nos lá! Ah... já me esquecia, reservem primeiro! Quando saímos do restaurante passava das 22h e a fila à espera de mesa, acreditem, era grande.

E se o Pl@ka falou...tá falado!

Recordar o fim-de-semana em Bajouca.

Convidados por uma amiga, lá fomos nós, eu, Ela (quem se interrogar sobre a razão de a tratar sempre por Ela, tem a resposta se ouvir isto) e a referida amiga, passar o fim-de-semana a Bajouca. Perguntam vocês: Onde fica Bajouca? O que me parece incompreensível, pessoas cultas como vocês não saberem onde fica Bajouca. Porque toda a gente sabe que fica no Concelho de Leiria, por ali, para aqueles lados, percebem? Óptimo. O objectivo era passarmos uns dias afastados da civilização, numa "casinha" no meio de um pinhal. O que me pareceu relativamente bem. No sábado saímos de manhã, frio, sono…
Tromba Rija
Chegados a Leiria rumamos ao restaurante Tromba Rija. Conhecem? Pá, se não conhecem, começo a duvidar que sejam as pessoas cultas, inteligentes e vividas por quem sempre vos tomei. Quem é que não conhece o Tromba Rija?! Bajouca ainda vá lá, agora o Tromba Rija?! É só um dos templos gastronómicos de Portugal, fica ali em Marrazes, onde quem tem a sorte de lá acabar, se curva perante o espaço acolhedor e tipicamente português, a (muita) comida magnificamente confeccionada, o atendimento que para além de competente roça o carinhoso e acaba por abrigar-se numa orgia alimentícia. Após três horas e momentos orgásmicos, saímos com a alma feliz e o corpo “cansado” de tanta fartura.
Bajouca01
Chegados à “casinha”, pertença da família da nossa amiga, desfrutamos do crepitar da lareira, do silêncio do pinhal que circundava a casa, da dita que parecia ter parado no tempo dos nossos avós, dos cheiros que só ali existem e pensamos que a vida pode ser boa. Aprendi entre outras coisas como acender uma lareira: Agarrem em duas pinhas, aticem-lhe fogo aos "cus"e coloquem por debaixo da lenha… é remédio santo! Depois desfrute da quentura que retempera, do “perfume” da madeira a arder… Não esquecerei que grelhar carne nas brasas deixadas pela lenha, garante paladar tão diferente como delicioso. As conversas, os risos, os olhares, as gentes calorosas e simpáticas, as minhas tentativas de fotografar o que vivemos, a partilha. Memórias que ficam e que guardamos embrulhadas em saudade.
bajouca02
P.S. Ana… repetimos um dia destes?

E se o Pl@ka falou...tá falado!

Aventura gastronómica em Lisboa

Restaurante Emporio Sacramento

Sexta-feira à noite, eu, Ela e um casal amigo lançamo-nos em mais uma aventura gastronómica. Desta vez no Restaurante Emporio Sacramento. Começo por dizer que o espaço é fantástico, bem decorado, boa música ambiente e a recepção não podia ser mais simpática. Reconheço que o peito de frango recheado com farinheira e o arroz de nozes estavam bons, já não posso dizer o mesmo da sangria. O serviço demorado foi, infelizmente, um facto marcante na experiência. Para salvar a noite valeu um brownie que estava soberbo e a animada conversa que os convivas proporcionaram. Ainda assim, um restaurante que vale a pena descobrir. Não é caro, mas “torna-se” caro, if you know what i mean… e agora que escrevi isto, fiquei com uma vontade de comer o cozido à portuguesa da minha mãe. Mas, isto sou eu que sou um parvalhão, toda a gente sabe!

E se o Pl@ka falou...tá falado!

FoundYou no Bairro Alto

Para quem gosta de fondues, o restaurante Found You que vale a pena experimentar. O fondue de carne da vazia e gambas (é acompanhado de batata frita, arroz e variadíssimos molhos) estava bom e bem acompanhado de um tinto servido em copos que permitiram apreciar devidamente o néctar de uva. Para sobremesa, um fondue de chocolate e caramelo, de tal forma delicioso, que ficámos com a impressão que seria certamente algo pecaminoso...
Uma boa opção para um jantar a dois ou em grupo, ir até ao Bairro Alto e usufruir de uma boa refeição num ambiente requintado (para isso contribui a música jazz que se ouve na medida certa sem impossibilitar a conversa) e com um agradável serviço. Um pouco caro.

ScreenShot008
ScreenShot006
ScreenShot007

E se o Pl@ka falou...tá falado!

Uma refeição afrodisíaca...

Chama-se Afreudite. O nome resulta de uma simbiose entre a Mitologia GregaAfrodite – e a ciência – Sigmund Freud – sugerindo a sedução plena dos sentidos, como convém num restaurante afrodisíaco. Ambiente intimista e romântico, longe da confusão e afastado do barulho da cidade, revela-se uma extraordinária experiência para ser vivida a dois. Pequeno, com vinte mesas para duas pessoas, tem na proximidade das mesmas o único ponto negativo. No entanto, falando baixo evita-se falar com todo o restaurante. Música ambiente excelente, combinando com a (pouca) luz intimista, convidando-nos a desfrutar da nossa companhia. Na passada sexta feira, tive oportunidade de experimentar a excelência de um jantar neste local. A noite começou com uma vieira gratinada (Vieiras konversion) e continuou com Pato com figos e Vinho do Porto (Regression), para ela, que estava simplesmente divinal! Para mim, um magnifico Lombo de vitela ao champanhe (Lombo ao Narciso). Acompanhava uma soberba sangria de champanhe e morangos. Por esta altura estávamos rendidos à qualidade dos pratos, ao serviço simpático e ao ambiente e decoração do local. O jantar terminou com… “Gula”, um delicioso Moeleux de chocolate com créme de pistachos e gelado de kiwi. Querem que vos explique o que é isto? Imaginem um bolo de chocolate, recheado com mousse de… chocolate quente, creme de pistachos e no meio uma bola de gelado de kiwi… e agora salivem. Para terminar, um “Kahweh” (Café, frangélico, natas e canela). Rendidos ao prazer da comida… descansámos. É então que nos oferecem uma cigarrilha e um poema que, manda a tradição , temos de ler ali mesmo, á nossa companhia. Uma experiência a repetir, mas só em momentos especiais, porque momentos destes não são para banalizar com visitas habituais. Perguntam vocês: É mesmo afrodisíaco? Se estiverem com a pessoa certa, sem qualquer dúvida que sim. E eu estava…

E se o Pl@ka falou...tá falado!
top