E eu interrogo-me se aqueles que vociferam contra tudo e todos sabem ler e mais importante compreendem o que lêem? E será que pensam antes de falar ou escrever?
E penso eu: O Miccoli falou em casa dele? Olha não… afinal falou no Centro de Estágio do Benfica. Então o Benfica autorizou um profissional seu falar nas suas instalações para este dizer mal do clube, dos médicos e do treinador… Claro! Sim, porque o italiano não disse: “Tenho um bom relacionamento com todos. Estou aqui para jogar, para marcar golos e para ganhar alguma coisa pelo Benfica. Respeito a SAD. Não gosto de estar aqui a ganhar e não jogar nunca. Se o Benfica não gosta, não está contente comigo, posso tranquilamente ir embora. Tenho contrato com a Juve, não tenho problemas em sair. Falei com a direcção e disse-lhes isso. Mas disseram-me que não podia sair, que era um jogador importante. Tenho muitas equipas para onde posso ir. Mas eu quero dizer que não quero, quero ficar aqui. Fiz uma promessa ao Benfica e ao treinador... Não é verdade que tenha problemas. Estivemos a conversar há dias e há respeito mútuo. Não gosto de estar aqui lesionado e a ganhar dinheiro. O dinheiro pode ficar todo aqui e vou-me embora. Estou aqui para jogar.” Enfim… leiam o que quiserem disto…
O italiano convocou uma conferência de imprensa no Seixal para se defender dos rumores que têm vindo a público sobre um eventual conflito com o treinador Fernando Santos, com o departamento médico do Benfica, o qual “Miccoli respeita e confia”, e com problemas de peso, que poderiam ser a causa das constantes paragens do jogador encarnado. Ah…ele respeita e confia no departamento médico do Benfica? Oh, meu Deus o homem está louco!!! E afinal era para se defender dos rumores ou das declarações do Fernando Santos? Confusos? Alguns, certamente a julgar pelo que escrevem e opinam… Claro que se aproveita a situação para se falar dos avançados e centrais que se venderam e daqueles que ainda não se compraram…
Lógico, faz sentido! O avançado era de primeira água, fartou-se de marcar golos e era adorado por todos os adeptos benfiquistas (principalmente porque imitava a águia a voar aquando dos festejos dos seus golos)! Excluindo é claro a grande maioria que dizia não ser o mexicano jogador para o Benfica, agora que foi vendido, foi mal vendido… o costume! O Ricardo Rocha foi também muito mal vendido, porque vender um central com 28 anos por 5 milhões de contos é muito mau… mesmo muito mau. Ah… e tal e ainda não foram buscar ninguém… e que tal esperarem pelo fim do mercado e se o Benfica não colmatar essas saídas com jogadores de igual valia ou melhor, ai sim desancassem em tudo o que mexe? E se lessem, pensassem e escrevessem… tipo por esta ordem! Quem quiser ler e ouvir parvoíces basta estar atento a sites, jornais e canais de tv…
O meu Atlético eliminou o FC Porto no Dragão!O Atlético Clube de Portugal é o meu segundo clube de coração. Alcantarense de criação, morei a “dois passos” da Tapadinha durante mais de vinte anos (os meus pais ainda lá residem e o meu pai sempre foi sócio do Benfica e do Atlético) e cheguei a jogar basquetebol nas camadas jovens do clube de Alcântara com o “Rodinhas”, hoje treinador adjunto da equipa de basquetebol do SL Benfica (Lembras-te, Nuno?). Inúmeras foram as vezes que joguei no pelado da Tapadinha. Criei uma relação especial com o clube, tentando sempre acompanhar a sua vida desportiva. No domingo, o meu segundo clube deu-me uma enorme alegria! E nem penalties inventados no último minuto dos dez (10 minutos!!!) de descontos o venceram! Partiram ás 7 da manhã de autocarro no dia do jogo, jogaram e venceram, regressaram e tiveram como prémio uma jantarada na Mealhada com o inevitável leitão. Grande Atlético! O Meu Atlético!
Na sequência de uma participação disciplinar feita pelo Benfica, em Outubro de 2005, após a intervenção do empresário Paulo Barbosa na rescisão do contrato de Miguel, então atleta do Benfica, e de uma outra participação disciplinar feita pelo Gil Vicente em virtude da intervenção do mesmo empresário na transferência do jogador Jorge Ribeiro, a Conselho de Disciplina da FPF resolveu retirar a licença de agente a Paulo Barbosa.
Os arrependimentos de Carolina
Carolina Salgado não se coíbe de mostrar arrependimento de muitas das atitudes que tomou. Por exemplo, o facto de não ter apertado a mão a Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica. Na época 2003/2004, aquando da visita do FC Porto ao Estádio da Luz ficou decidido que Pinto da Costa sentava-se no banco e Carolina na tribuna. "Ali chegada (...) primei pela educação, numa atitude provocatória. Recusei cumprimentar o senhor Luís Filipe Vieira deixando-o de mão estendida. Depois fui para a casa de banho retocar a maquilhagem, perante o horror das senhoras do Benfica que nem conseguiam olhar para mim a direito. Pelo telemóvel, ir contando estes meus passos que rejubilava. És um espectáculo, Carolina', dizia, pedindo-me que lhe contasse todos os pormenores", sublinha. Na temporada seguinte, Luís Filipe Vieira tinha decidido não deixar Carolina entrar na tribuna. Então, a companheira de Pinto da Costa decidiu ir para a bancada, na companhia dos Super Dragões, acompanhada de uma tarja direccionada ao líder encarnado. Pinto da Costa quando viu a tarja, que dizia "Ó orelhas, estou aqui", ficou radiante. "O Jorge Nuno, hiper-feliz, mandava-me mensagens apaixonadas: 'Ouve lá, estás em grande' e 'Espectáculo'", refere.No final do encontro José Veiga e Luís Filipe Vieira insultaram Carolina "de todas as maneiras e feitios, com alusões ao Calor da Noite", o que desagradou a cônjuge de Pinto da Costa. "Fiquei triste não pelo que eles disseram, mas pela apatia do Jorge Nuno que vi, pela televisão, encostado a um canto da sala de imprensa, sem a menor disponibilidade para reagir ao achincalho que, para todos os efeitos, eu, a sua mulher, estava ali a sofrer", destaca. A "coça" a Ricardo Bexiga"Há que limpá-lo", disse Pinto da Costa relativamente a Ricardo Bexiga, vereador socialista da Câmara Municipal de Gondomar e alegado delator das irregularidades naquela edilidade. Carolina conta que se prestou ao serviço "mais desgraçado e degradante" da sua vida. Então, alegadamente, Pinto da Costa, "com as suas ligações ao submundo", disse a Carolina quem é que ela deveria contratar para bater no vereador. "Explicou-me como deveria actuar, pagando metade do preço à entrada e outra metade à saída, ou seja, antes e depois da agressão. O serviço custava 10 mil euros, dinheiro que me entregou sempre em notas e que retirou de uma grande gaveta da cómoda do nosso quarto, na Madalena, gaveta que, para meu espanto, estava sempre a abarrotar de dinheiro vivo", lembra. Depois de Ricardo Bexiga ter sido agredido, Carolina Salgado teve um rebate de consciência, tendo desabafado o seu arrependimento com Lourenço Pinto, que teve uma tirada deliciosa. "Oh, minha querida, mas ele ficou a falar!", ao que Carolina respondeu: "Mas eles partiram-no todo." Lourenço Pinto não modificou o discurso: "Sim, mas ficou a falar."Carolina revela ainda que pediu desculpa a Ricardo Bexiga e que esse episódio "foi o princípio do fim" da sua relação com Pinto da Costa.
Não se percebe no livro se Carolina Salgado viu, mas a sua frase não deixa dúvidas a ninguém. "José Mourinho rasgou a camisola do jogador do Sporting, Rui Jorge", diz a antiga companheira de Pinto da Costa, reportando-se ao empate entre leões e dragões, a 1 de Fevereiro de 2004. "Este acto do Mourinho provocou a fúria dos adeptos do Sporting, que me insultaram, quando me dirigia para o parque de estacionamento (a que não deveriam ter acesso...), e foi o próprio Rui Jorge que, saindo do seu carro, acorreu em minha defesa, dizendo que eu não tinha nada a ver com o acontecido", conta, numa revelação surpreendente.
Um dos acontecimentos que Carolina revela com pormenor é o da saída de José Mourinho do FC Porto. A autora do livro revela que José Mourinho almoçou com Roman Abramovich no restaurante Camelo, na Apúlia, a 19 de Abril de 2004.Confrontado com este episódio, Jorge Mendes negou-o ao líder portista, que “sentiu-se mal”. “Expulso por mim, o empresário voltou apenas para contar a verdade, como eu tinha exigido, quando pus fora de casa (…) Considerando Jorge Mendes como um filho, o Jorge Nuno perdoou-lhe a traição até porque, segundo o empresário, tinha saído o José Mourinho, mas iria entrar muito, muitíssimo, dinheiro nos cofres do clube com as transferências de jogadores como o Paulo Ferreira e o Ricardo Carvalho”, conta. Durante o tempo que mediou o almoço de Mourinho com o magnata russo e a conquista da Liga dos Campeões, “Jorge Nuno mantinha uma grande tranquilidade aparente, visto que só desabafava” com a sua ex-companheira. A finalizar este episódio, Carolina não poupa o homem com quem viveu durante seis anos: “O presidente do FC Porto ultrapassou bem o incómodo que a forte personalidade de Mourinho, a sua empatia com o clube e com os adeptos, a unanimidade que causava na imprensa, lhe causavam, a ele que estava habituado a ser o maior dos maiores (…) O que o Jorge Nuno não ultrapassou foi o facto provado de que, para sair do FC Porto, o Mourinho utilizou uma estratégia mais inteligente do que a estratégia do presidente; e a isto não estava o Jorge Nuno acostumado e doeu-lhe muitíssimo.”
E se o Pl@ka falou...tá falado!
"I. Superliga 2003/2004Jogo Nacional-Benfica (22.02.04) Resultado: 3-2Pinto da Costa afirma desconhecer o que se terá passado entre o presidente do Nacional e António Araújo relativamente ao jogo entre a equipa da Madeira e o Benfica. O líder portista considera “normal” que Rui Alves lhe tenha ligado a dizer “dei uma ajuda”. Pinto da Costa diz ser, de facto, “uma ajuda preciosa, pois afasta os adversários do FC Porto na conquista do título”. O presidente dos dragões afirma “peremptoriamente que, com o seu conhecimento, nunca foram dadas prendas ou dinheiro a árbitros da parte do FC Porto”.Sobre António Araújo, Pinto da Costa revela que o empresário tratava com Rui Alves, líder dos insulares, da situação do Nacional, e quando falava no prestar de “um serviço muito importante ao FC Porto”, diz que se está a referir às transferências dos jogadores Rossato e Paulo Assunção, em Agosto de 2004. Na altura falava-se que Adriano, do Nacional, podia sair para o FC Porto, mas o negócio não se chegou a concretizar. Relativamente a Rossato e Paulo Assunção, o líder portista afirma que Del Neri, o treinador italiano ao serviço do FC Porto na altura, é que mandou os jogadores embora. Pinto da Costa considera “que eram boas aquisições para o clube", tendo-lhes até dado indicações de que "iriam interessar no futuro, ou seja, na época seguinte”.O dirigente azul e branco nega ter conhecimento da ida do árbitro Augusto Duarte ao jogo entre o FC Porto e o Manchester United, até porque o clube nunca convida nenhum árbitro. Pinto da Costa afirma que António Araújo “tinha na altura 6 ou 8 lugares na Zona VIP do estádio para levar quem ele quisesse”.Jogo Beira-Mar-FC Porto (18.04.04) Resultado: 0-0Quanto à visita de Augusto Duarte a sua casa, Pinto da Costa refere que foi António Araújo quem lhe apareceu lá com o árbitro, e que a visita até foi inconveniente pois tinha a sua esposa (então, Carolina Salgado) doente. O presidente portista afirma que conhece Augusto Duarte desde o início da carreira deste e que conhece também o seu pai, um ex-árbitro. Pinto da Costa alega que “nunca antes tinha privado com ele, para além dos contactos normais no âmbito dos jogos”.Relativamente ao jogo Beira-Mar-FC Porto, diz que os dragões não tinham qualquer interesse “em pedir favorecimentos a um árbitro, muito menos num jogo com o último classificado, até porque a equipa jogou em grande parte com as reservas, com vista a poupar os jogadores para o jogo que se avizinhava, a meia-final da Champions League”.Questionado por que não recusou a visita de Augusto Duarte ao seu domicílio, Pinto da Costa esclarece que não pretendia “hostilizar o sr. Árbitro e por outro o sr. Araújo tinha sido muito solícito na resolução de um problema" que teve, relacionado com a construção da sua casa. O dirigente azul e branco diz desconhecer o que Araújo disse a Augusto Duarte sobre essa visita e refere que a conversa com o árbitro “não versou em qualquer momento o jogo que dois dias depois Augusto Duarte iria arbitrar”, tendo revelado que “poucas pessoas do futebol” vão a sua casa.
II. Taça de Portugal, época 2002/2003Final da Taça frente à U. Leiria
No que diz respeito à final da Taça de Portugal de 2003, o presidente do FC Porto diz estar convencido que Pinto de Sousa ouvia sempre as duas partes, relativamente à escolha do árbitro. “Não há nenhuma regra para ser o 1.º classificado a apitar o jogo da Taça”, afirma Pinto da Costa, que adianta ainda que Isidoro Rodrigues, que foi dos últimos classificados, “não foi escolhido porque ele próprio [Isidoro Rodrigues] recusou o convite”.Em relação a Pedro Henriques, o presidente dos dragões revela não ser um árbitro “que lhe interessa particularmente”, pois o lisboeta tinha o "defeito de deixar jogar levando a que os jogadores acabem com lesões". “É um árbitro insuspeito e que não sofre normalmente contestações”, complementou... Confrontado com o facto de não haver registos telefónicos efectuados por Pinto de Sousa com outras pessoas em relação à escolha de árbitros, diz que isso é normal pois Pinto de Sousa deslocava-se a Lisboa com muita frequência e por isso faria os contactos pessoalmente com os dirigentes. O presidente dos actuais campeões nacionais sublinhou que é amigo de Pinto de Sousa há mais de 50 anos e tem com ele uma amizade que classifica de “irmão”. “Por isso quando lhe indicava algum árbitro, era com a preocupação de o defender”, considerou. No jogo com a União de Leiria, teve a preocupação que João Bartolomeu “não ficasse descontente”, pois era a primeira vez que este clube estava na final da Taça de Portugal. Desconhece se houve alguma alteração das classificações para colocar propositadamente Pedro Henriques na 3.ª posição. Mas adianta que nunca teve nenhum contacto com o árbitro lisboeta e está convencido que Pinto de Sousa falou com João Bartolomeu, e que “aquele árbitro era de mútuo consenso entre si e aquele dirigente”.Jogo FC Porto-Maia (17.12.03)Pinto da Costa defende-se dizendo que quando referiu a Pinto de Sousa “está bem, ajuda”, sobre o árbitro assistente Paulo Januário, disse-o no sentido de ajudar o árbitro principal a apitar bem. O líder dos dragões afirma que a arbitragem de Nuno Almeida no FC Porto-Maia prejudicou a equipa da casa, pois McCarthy foi expulso “injustamente como ficou provado nas imagens do jogo”.III. Supertaça – Época 2002/2003Final da Supertaça entre U Leiria e FC Porto (12.08.03). Resultado: FCP 1-0Quanto ao jogo da Supertaça entre a União de Leiria e o FC Porto, Pinto da Costa diz que não apoiou a nomeação de Pedro Proença, pois não gosta do árbitro, que, no seu entender, “os prejudicou”, sendo conhecido da opinião pública o “enorme contencioso que tem com o FC Porto”. Existe até um pedido na Liga para que não apite jogos dos dragões, esclarece.IV. Caso “Deco”Relativamente ao “Caso Deco”, Pinto da Costa começa por dizer que o FC Porto não apoiou Valentim Loureiro, nomeadamente por estarem em desacordo “com o sistema dos observadores”, que é fonte de “injustiças nas classificações dos árbitros”. Sobre a partida em que se deu a situação com Deco, diz ter assistido ao jogo e afirma que o jogador não atirou propositadamente a bota ao árbitro [expulso num Boavista-FC Porto]. Questionado, o presidente do FC Porto diz saber que Valentim Loureiro privava com o juiz desembargador Gomes da Silva, na altura presidente da Comissão Disciplinar da Liga, e revelou que não estava preocupado com o relatório do árbitro, já que este “não poderia dizer o que não aconteceu, isto é, que tivesse sido agredido violentamente [por Deco]”.Caso disciplinar de Pinto da Costa - Caso Maniche(Maniche saiu a custo zero do Benfica para o FC Porto, devido ao seu contrato ter terminado em Julho de 2003. O Benfica queixou-se à Liga de que os dragões teriam aliciado Maniche mais de 6 meses antes do final do vínculo que o ligava aos encarnados, o que a lei proíbe).No processo contra si, Pinto da Costa diz que é normal o desfecho que teve, pois não havia qualquer fundamento. Por isso, o juiz desembargador disse de antemão que “sabia que seria assim”, defende-se.Em Março de 2003 surge a possibilidade do FC Porto contratar Maniche. Dado que o contrato do jogador com o Benfica terminava em Julho desse ano, “estavam reunidas as condições legais para o FC Porto acertar negociações”. O dirigente acrescenta que quanto a Maniche, foi José Mourinho quem o quis ter no FCP, contra a sua vontade e da administração da SAD... Afirma peremptoriamente que a assinatura no documento só pode ter sido falsificada, pois não a reconhece como sua, nem sequer tem ideia de como foi lá posta. “No alegado contrato, nem o FC Porto nem o declarante eram partes, até porque o destino do jogador, traçado entre o seu empresário, Paulo Barbosa, e Maniche seria a equipa do Bordéus”, esclarece.No caso do relógio, diz que o ofereceu a Valentim Loureiro porque ainda não lhe tinha dado prenda de aniversário e afirma que se quisesse agradecer um favor, teria oferecido um relógio mais valioso, e não um a imitar ouro. O relógio oferecido tinha um valor de 150 euros, segundo o presidente portista.Processo extinto por prescrição.Caso do processo disciplinar a José Mourinho/ jogo Sporting-PortoNo “caso Mourinho”, Pinto da Costa afirma que perguntou a Fernando Santos se tinha visto [José Mourinho a rasgar a camisola de Rui Jorge] e este respondeu que não, e que tinha sido um tal de Paulinho [roupeiro do Sporting] que lhe tinha contado. Pinto da Costa diz sobre Paulinho que tem “a impressão de padecer de algum problema mental”.Na altura teve a curiosidade de tentar rasgar a camisola à mão e verificou que isso “era impossível”. Além disso, “José Mourinho disse que não a rasgou”, conta. O presidente do FC Porto acreditou nele, “o que se calhar hoje poderia acontecer de forma diferente”, mas diz que se Fernando Santos dissesse que tinha visto, acreditaria seguramente nele porque já o conhece.Pinto da Costa não se lembra de nenhuma reunião com Adelino Caldeira e Valentim Loureiro e o juiz desembargador Gomes da Silva. De referir que a pena aplicada a José Mourinho foi revogada pelo Conselho de Justiça da FPF.
A terminar, foi pedido a Pinto da Costa para explicar a sua relação com as seguintes pessoas:António Mortágua, juiz presidente do Conselho de Justiça da FPF – "relação cordial e contacto desportivo". Refira-se que Carolina Salgado disse na sua autobiografia que o referido magistrado tinha aceite receber Pinto da Costa na sua casa quando o líder do FC Porto era esperado no Porto para ser ouvido pela Polícia Judiciária.António Araújo, empresário – "o FC Porto tem interesse em trabalhar com ele, pois é o mais bem relacionado no Brasil". Conhece-o "há quatro ou seis anos".Joaquim Ribeiro – "É amigo há 15 anos". Tratam-se por “você”. Só trata por “tu” Luís Guilherme.Pinto da Costa afirma ainda que vive do rendimento mensal de 400 euros, devido à sua participação de 10 mil euros na SAD portista. Afiança que não tem outros rendimentos e paga 1000 euros mensais de renda da casa."
E se o Pl@ka falou...tá falado!
Todos falaram do golo de Ronaldinho contra o Villarreal. Justamente, digo eu. Paragem de peito e remate em bicicleta, um grande golo! Mas, vi poucos a comentar o soberbo golo marcado ao Werder Bremen. Soberbo, porque Ronaldinho tendo uma barreira de calmeirões alemães a dificultar-lhe a visão, “adivinha” que eles saltarão e coloca a bola por debaixo da barreira. Soberbo, porque o futebol joga-se com a cabeça, muito antes de ser jogado com os pés.
Sr. Eng. Fernando Santos dei-lhe o beneficio da dúvida, dou sempre a quem trabalha no Benfica, e embora nunca o tenha considerado o treinador ideal para o Benfica, esperei e acreditei que pelo menos soubesse tirar o mínimo do excelente plantel (onde brilha um grego de nome Katsouranis. Um jogador de nível mundial!) e condições de trabalho que possui. O seu crédito esgotou-se e a não ganhar os próximos dois jogos em casa (Setúbal e Belenenses), faça um favor a si e ao Benfica… Demita-se!
E se o Pl@ka falou...tá falado!





