O que eu vi daqui...


  • A Heidi é uma “ganda” maluca. Ora vejam.
  • O Paulo Sérgio só estava a festejar a vitória do seu clube frente ao Sporting. E com 600 mil euros no bolso festeja-se à grande e depois…
  • Isto é novidade ou notícia?! Já não era assim? E o Bruno, pá? Agora lembrei-me do Bruno Carvalho, o candidato a presidente do Benfica.
  • A capa do iPad 2. Já viram? Não é uma ideia original, meus caros…
  • Uma ideia gira.
  • Gosto. E também gosto disto. E disto. Gosto.
  • Livro a ler. Domingos Amaral, benfiquista e bom escritor.
  • 1001 Discos para ouvir antes de morrer. Imperdível. Aqui.

cds
  • Capas que nos fazem comprar (e ler) revistas. Já vos disse que acho graça à Deborah Secco?

Ódios de estimação... (II)


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Ontem não fomos brilhantes, mas quisemos ganhar! Muito!

Mérito ao Sporting que percebendo que não podia jogar de igual para igual, adoptou uma postura defensiva (isto não é sinónimo de autocarro à frente da baliza) e saídas rápidas no contra-ataque na esperança de conseguir um golinho. A Naval, o Marítimo e resto das equipazinhas da nossa Liga fazem o mesmo

  • Roberto esteve mal no golo de Postiga. A responsabilidade não é unicamente dele, mas cometeu o erro de hesitar na saída e depois chega atrasado. Compensou no minuto final com boa defesa a remate de Matias Fernandez.
  • Luisão continua a impressionar. Coentrão até cansa de tanto que joga e faz jogar. Maxi Pereira também em bom plano.
  • Javi Garcia! É nestas alturas que me lembro do que foi dito aquando da contratação deste espanhol. Para ser sincero nessa altura não tinha opinião formada sobre este jogador. Tinha-lhe notado qualidade quando o via jogar a espaços no Real Madrid, mas não sabia se chegaria para se impor no Benfica. Pouco tempo depois as minhas dúvidas estavam desfeitas. Qualidade, bom jogo aéreo, raça, carácter, tacticamente perfeito. E ontem o espanhol foi isto tudo. Obrigado, Javi!
  • Cardozo não concretizou mais uma grande penalidade. Demérito? Talvez. Para mim existe muito mérito na defesa de Patrício. Estou com Jesus, Cardozo é o marcador de grandes penalidades.
  • 18 Vitórias consecutivas. Brilhante!
Nos três últimos jogos na Luz, 3 vitórias por 2-1, depois de estar a perder e com o golo da vitória a aparecer perto do fim ou mesmo nos descontos. Empurrada pelos nunca menos de 50 mil presentes no estádio, a alma desta equipa impressiona.

Preocupado para o jogo da Pedreira. O Braga vai-se esfarrapar todo, a equipa ou alguns jogadores fundamentais estão de rastos e é uma incógnita como irá reagir no domingo. Ainda assim acredito na vitória. Este Benfica “obriga-me” a acreditar. Seja como for, seja qual for o resultado no próximo jogo esta equipa deixa-me inchado de orgulho!

Os Óscares



Deixem-me começar com uma questão que por volta das quatro da manhã incomoda ter às voltas na cabeça: - Para onde raio olhava o James Franco, enquanto apresentava a cerimónia?

Já existem rumores que o homem estava pedrado e o catano, e acho que o homem passou a noite a “bombar” nas redes sociais, mas, desculpem insistir, que raio de cara era aquela?! O sorriso parvo e o olhar para o tecto ou lá para onde era?! Enfim… Ao seu lado, Anne Hathaway esforçava-se (até demais) por estar radiante até à náusea. Volta Bárbara Guimarães que estás perdoada! Que saudades de Billy Cristal, ou, embora seja um desejo impossível e um bocadinho radical, Ricky Gervais na apresentação dos Óscares…

Comentários e transmissão da TVI? Nem vou comentar…

Cerimónia? Momentos musicais? Vulgares! A Celine Dion andou por lá, preciso de dizer mais alguma coisa?

Quanto às estatuetas entregues, não me vou alongar muito: Aceito “ The King’s Speech” como melhor filme, é um bom filme, mas não era o melhor. Collin Firth tem um excelente desempenho e aceito a vitória.

Natalie Portman era a vencedora anunciada para o prémio de Melhor Actriz. Absolutamente merecido. Pena “Black Swan” não ter tido mais reconhecimento. No meu entender é melhor que o filme vencedor e pessoalmente julgo que deveria ter sido o vencedor da noite. E, por isso, Darren Aronofsky merecia a estatueta de Mellhor Realizador.

E o que dizer de “Inception”? Sim, ganhou categorias técnicas, mas Nolan nem nomeado foi e o filme merecia muito mais da parte da Academia.

Gosto de Christian Bale. E ele é louco para fazer estas aventuras de perder imenso peso (já o tinha feito em 2004 para o excelente e perturbante “The Machinist”) e qualquer dia, digo eu, tem uma surpresa desagradável, anyway, o homem merece reconhecimento pela paixão que coloca na profissão.
E a Melissa Leo ganhou o Óscar para Melhor Actriz Secundária. Está bem.

E coisas boas nos Óscares? Sim, sim. Aqui estão:


Oscares

E para o ano há mais... Esperemos que melhor. Muito melhor...

Imagens de um jogo épico!




Benf-Mar





Ontem gritei um golo do Benfica como há muito não fazia! O golo de Coentrão (de pé direito! De pé direito, caraças!) foi marcado por nós benfiquistas, por todos nós! Os milhares no estádio e os outros todos pelo país inteiro que sofriam frente aos monitores de tv.

Não vou tecer grandes apreciações ao jogo, ás exibições individuais, não vou falar de aspectos tácticos. Hoje o Benfica faz anos, o meu Benfica faz 107 anos. Eu sou Benfica (gosto de o dizer assim) desde que nasci e embora não tenha, naturalmente, noção nos primeiros anos de vida desse clubismo, tendo sido criado num lar em que o meu pai e irmão mais velho eram benfiquistas ferrenhos e frequentavam todos os fins de semana a velha Catedral, posso afirmar que comecei a ser Benfica assim que nasci.

O meu Benfica está pujante, está vivo, está cheio de garra, de vontade de vencer e de lutar contra todas as adversidades. O meu clube chega aos 107 anos depois de na véspera a sua equipa de futebol ter demonstrado no relvado da nova Catedral perante nós, os benfiquistas, que está ao melhor nível. O Benfica é algo que não se explica, costumo dizer que é uma pessoa de família que amo, é o que me fazia faltar à escola e apanhar o autocarro 24 sem os meus pais saberem para assistir a uma vitória sobre o Sporting (5-0), em jogo para a Taça de Portugal, marcado para o meio da tarde de um dia de semana. O Benfica é algo que me fez estar presente em Alvalade no jogo dos 7-1 e sair de lá mais Benfica do que nunca. É um sentimento de pertença a algo bom. E lembro-me de ter estado em noites gloriosas como aquelas contra o Steaua, o Parma, o Liverpool, a Roma, o D. Kiev e contra o Anderlecht. Esta equipa belga recorda-me noites não tão gloriosas, como aquela em que jogamos um particular sob um frio gélido e no velhinho estádio estavam, no máximo, duzentas pessoas. E eu e o meu primo felizes por ali estarmos… Aquilo, o estádio, era a nossa casa e estávamos bem ali. E o jogo memorável contra o Marselha, o jogo da mão do Vata (que não vi no estádio, juro), o jogo que eu ansiei por tanto tempo e  ao qual estive prestes a faltar devido à burrice e estupidez própria de um adolescente. O meu pai, mesmo sem quase falar para mim, levou-me ao jogo e as pazes com o velho foram feitas de lágrimas nos olhos, num abraço apertado enquanto festejávamos o golo que nos levava à final da Taça dos Campeões Europeus. Aquele abraço era muito mais que o festejo de um golo. E o Benfica que era um amigo comum, uma pessoa de família que ambos amávamos, cumpria o seu papel e servia de aproximação entre pai e filho. E a poucos dias de ser pai é este Benfica, este sentimento que irei apresentar ao Rodrigo.

O meu Benfica é tudo isto e mais, muito mais para mim.

O meu Benfica que ontem voltou a demonstrar estar tão vivo. Que prova a cada jogo que é, sem qualquer tipo de dúvida, a melhor equipa portuguesa (de longe) e uma das melhores (actualmente) na Europa.

O meu Benfica faz 107 anos. E ontem nós todos, os que gostam disto, não gostam daquilo, os que apoiam a direcção ou não, os que gostam mais ou menos de um certo jogador, os que têm mais paciência ou entendem não dar tempo à equipa, todos, todos estávamos no pé direito de Coentrão. 

Benfica! Benfica! Golo! Golo, caraças!

Parabéns, Benfica.

E obrigado.


Porque hoje é sexta-feira...



Nem me vou alongar muito em apreciações ao jogo. Eu, preocupado com a condição física da equipa e vai dai, eles chegam á Alemanha e fazem aquela exibição do catano?! Caraças, grande jogatana!

  • Grande Robertazo! Aquela defesa, caraças, aquela defesa!
  • Luisão, Sidnei, Maxi e Coentrão uma defesa de betão.
  • Gaitán é classe pura, caraças! Como diz o PB do "Lateral Esquerdo" (blogue a seguir, meus senhores! Fala-se de futebol e sabe-se do que se fala): “Gaitán tem classe até a andar!”.
  • E o Salvio, pá? Comprem já este tipo! 15 milhões? É barato, pá!
  • Cardozo voltou aos livres! Confesso que já tinha saudades!
  • Jara! Jara! Alguns inteligentes colocaram-no numa votação para pior contratação da época. A ideia deve ter sido do Luís Sobral. Só ele para pensar em comparar um jogador como Jara com o cepo Torsiglicoiso do Sporting.
  • E o nó cego do Carlos Martins, pá? E o alemão a correr atrás dele para lhe partir uma perna? És grande, Carlos!

“Um dia a história muda”, disse Jesus antes do jogo. E 49 anos depois mudou mesmo! O Benfica ganhou na Alemanha.

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Jesus? Não estiveram com atenção ao titulo do post, certo?

E quem vai parar a melhor série vitoriosa de sempre do Benfica? Repito: A melhor série de vitórias consecutivas em jogos oficiais da história do Benfica!

Eu sei que um dia vai acontecer (um empate ou mesmo derrota), eu sei, e em todos os jogos penso: “Humm, se calhar é hoje...", mas esta equipa insiste em surpreender-me e em alegrar-me os dias.

E permitam que acabe este post com uma questão, ora aqui vai: - Quem se lembra de Quim, David Luiz, Di Maria e Ramires? Alguém? Vocês, ai ao fundo? Não? Bem me parecia…

Os filmes que eu vi daqui...





Capas

“127 Hours” é uma inesperada e agradável surpresa. Danny Boyle consegue transportar-nos para o mundo de Aron Ralston e para aquele dia em que ficou com um braço preso enquanto fazia o que mais gostava. Boyle conta a história de maneira brilhante e desde a mistura de vídeo digital, transições rápidas que lembram câmeras amadoras e momentos em que usa quase a linguagem de vídeo musical, tudo é usado pelo realizador para nos agarrar ao sofá. E, acreditem, resulta. James Franco (de quem não sou grande apreciador) consegue um excelente desempenho praticamente sozinho nos 94 minutos de filme. Chamo a atenção para a magnífica banda sonora que ajuda ao sucesso do filme. A cena que marca todo o filme é violenta e alguns podem voltar a cara (diz-se que provocou desmaios nas salas de cinema) mas é obviamente necessária. Naturalmente, não escapamos a colocarmo-nos no lugar do protagonista e a interrogarmo-nos sobre o que faríamos confrontados com aquela situação. Intenso, rápido e poderoso. Obrigatório ver. 8/10

Um filme que ganhou o “Grande Prémio do Júri do Sundance Film Festival 2010” nas categorias de Melhor Filme e Melhor Argumento, capta a nossa atenção, certo? Pois. “Winter´s Bone” não desilude e as fabulosas  interpretações da jovem Jennifer Lawrence e do veterano John Hawkes valem o bilhete de cinema ou o tempo do download… cof…cof… O filme tem um ritmo lento e isso pode ser algo desagradável e estranho para muitos, mas a realizadora utiliza-o propositadamente para representar a busca da jovem numa América que muitos não conhecem e outros querem esconder. Um filme que retrata os chamados “white trash”. Este não é um filme a ver se quiserem ficar bem dispostos. 7/10

Ora aqui está um filme com um elenco maravilha. Angelina Jolie e Jonhny Deep. Ena! Jolie já provou que para além de ser bonita de qualquer maneira e ficar bem em qualquer situação, local, roupa e o raio que a parta, é uma actriz competente (se duvidam de mim é ver “Changeling” do grande Clint Eastwood) e Deep julgo não necessitar de qualquer tipo de demonstração de talento. No entanto, “The Tourist” é uma enorme e sonora decepção! Sim, dá para ver e entretém razoavelmente, mas o argumento que tem tudo para resultar é infestado por clichés enfadonhos. O final é daqueles que se adivinham a léguas e nos faz soltar um aborrecido: Bah! Quando acabarem de ver o filme (espero que não tenham pago o bilhete de cinema) se sentirem um cheiro nauseabundo a invadir a sala, não estranhem… É o cheiro a desperdício! Desperdício de talento. O senhor Florian Henckel von Donnersmarck (com um nome destes…) prova não ter unhas para tocar um argumento com potencial e um elenco de qualidade composto por Deep, Jolie e ainda Paul Bettany e Timothy Dalton. É pena… 5/10


Eu estou é preocupado com quinta-feira.




Ontem, houve derby. Estes jogos são especiais, são diferentes dos outros e tudo pode acontecer. Embora sabendo da enorme diferença de valor e qualidade entre Benfica e Sporting, acreditei que a equipa verde e branca pudesse dar mais luta. Não aconteceu.
  • Superioridade absoluta do Benfica.
  • Roberto, embora com uma saída em falso, realizou mais uma daquelas defesas que um guarda-redes do Benfica tem de fazer, das que valem pontos. A defesa a remate de Matias Fernandez é enorme. É tão mauzinho, não é? Foram uns milhões tão mal gastos, não foram?
  • Gaitán que para muitos também era uma belíssima trampa continua a provar toda a sua enorme qualidade. Compreendo quando dizem que por vezes desaparece do jogo (ainda não defende como Jesus quer, mas lá chegará) mas, quando aquele pé esquerdo decide jogar é de uma qualidade técnica soberba. Não faz tantos malabarismos e fintinhas como outro argentino que habitou aquela ala esquerda, Di Maria, mas é muito mais efectivo no que faz e marca muitos mais golos, aquelas “coisas” que decidem jogos. Comparem os números e exibições dos dois argentinos na primeira temporada de Benfica e depois falem comigo.
  • Salvio. O argentino só pelo golo merecia destaque. E daí… É que temos de ser justos e concordar que não é complicado antecipar-se ao Grimi, certo?
  • Luisão, Javi e Maxi. Enormes!
  • Coentrão que grande dupla faz com Gaitán! Decisivo a evitar golo que o pai da Lyonce Vikctória (é assim que se escreve?) se aprestava para marcar.
  • Jesus. "Ganda" Jesus! “Muita” bom!
  • Agora que ganhamos no Dragão e em Alvalade em inferioridade numérica espero que os mais cépticos estejam convencidos.
  • Este Benfica é a melhor equipa em Portugal. Ponto final.
  • Este Benfica é das melhores equipas da Europa. Ponto Final.
SpSLB

O que me traz ralado é a capacidade física desta equipa para quinta-feira. O Estugarda vai entrar em força e o Benfica vai aguentar bem 50/60 minutos, o resto é que me preocupa. Ainda assim, como não poderia deixar de ser, tranquilo e confiante.

P.S. Poderão estar a estranhar eu não “falar” do Sporting. Sinceramente, acho que nem vale a pena, aquilo está um arremesso de clube, a equipa é ridícula e não joga a ponta de um chavelho. Não basta? Então leiam isto e isto.

Porque hoje é sexta-feira...


Depois de um começo mauzinho e aqui convém salientar o mérito da equipa adversária (pode ser uma surpresa para alguns, mas o Benfica não joga sozinho) que estudou e bem o Benfica e entrou forte no jogo tentando alcançar o objectivo de marcar fora e conseguiu.

É para mim óbvio que quando se enaltece as exibições da equipa se deve ter em conta que joga com adversários de diferente valia. No passado fim-de-semana tinha-mos alcançado a melhor exibição da época, do melhor que se viu nos relvados portugueses, frente ao 4º classificado da Liga portuguesa e assim mais valorizada a actuação e resultado conseguido.

Como o Benfica não joga sozinho e entrou, pareceu-me, excessivamente confiante, a primeira metade do jogo não foi nada famosa. O golo deixou a equipa nervosa e só se recompôs a seguir ao intervalo.

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A segunda parte trouxe um Benfica mais perto do que tem sido ultimamente, mesmo não atingindo nota artística de relevo. Sem Saviola e com Jara a aparecer só depois do intervalo, o Benfica partiu para a reviravolta que conseguiu com golo do argentino que insiste em marcar golos, malgrado ser, para muitos, uma belíssima porcaria de jogador. Antes, Cardozo tinha facturado o 13º golo da época.

A equipa motivada pela reviravolta no marcador (será que agora deixam de dizer que o Benfica quando não marca primeiro perde sempre?) e por um público que acreditava dilatar a vantagem esteve perto de o conseguir por três ou quatro ocasiões.

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Estou tranquilo quanto ao desfecho da eliminatória.

Grande jogo de Maxi Pereira, Coentrão e Jara.

Os filmes que eu vi daqui...




Capas Filmes3

Obra-prima. E podia acabar aqui este texto sobre “Black Swan”. Darren Aronofsky é um realizador do catano. Podia-me armar ao pingarelho e dissertar sobre os movimentos de câmera que seguem quase sempre de perto a protagonista, no uso do preto e branco (realçando a luta interior entre o bem e o mal ou o cisne branco e o cisne negro) só “manchados” pelo vermelho vivo do sangue, mas prefiro realçar a magnífica interpretação de Natalie Portman, muito mais magra (efeitos do intenso treino a que se submeteu para este filme), que consegue levar-nos nesta viagem através dos custos da obsessão pela perfeição. A interpretação de Barbara Hershey, no papel de uma controladora mãe que projecta na filha tudo o que não conseguiu para si mesma, é absolutamente brilhante. Vincent Cassel é excelente no papel de encenador e Mila Kunis prova que é mais que uma cara bonita. “Black Swan” é belo e assustador e em comparação com “The Social Network”, grande favorito à conquista da estatueta de melhor filme, ganha e por goleada.

A tão badalada cena lésbica entre Portman e Kunis, faz todo o sentido no filme e é magnificamente filmada e interpretada. O resto é polémica que até ajuda a “vender” o filme…

Obrigatório ver. Um filmaço! 9/10.

Woody Allen. Quem não gosta dos filmes do homem? Se não gostam é problema vosso. O que dizer deste “You Will Meet a Tall Dark Stranger”? É Allen no seu melhor. Casais que se separam, casais que se apaixonam, casais que traem, sofrem, riem. É Allen a retratar pessoas, como eu e vocês, com todos os seus defeitos e virtudes, é uma tragicomédia como a vida, a nossa. Allen repete quase sempre a fórmula, mas de alguma maneira os filmes dele nunca se repetem. E o elenco? Gemma Jones, Anthony Hopkins, Naomi Watts, Josh Brolin, Freida Pinto, Antonio Banderas. Um luxo. Só falta algo que sempre adorei nos seus filmes: a cidade de Nova Iorque.

Não é o melhor filme de Allen, seguramente, mas para quem gosta da obra deste senhor será sempre um filme obrigatório de ver. 7/10

World Press Photo: Os vencedores.




O World Press Photo já vai na 54ª edição e para os apreciadores de fotografia (como eu) é sempre um acontecimento. A 11 de Fevereiro foram escolhidos os vencedores. Fantásticas fotos escolhidas entre as mais de 100.000 em competição. Aqui fica uma amostra das fotos vencedoras, se quiserem ver todas as premiadas carreguem aqui.

Chamo a atenção para as fotos 17 e 18, em especial a primeira das duas é do mais impressionante que já vi.


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